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Blog de Gilson Santos

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21 Fevereiro 2006

A Teologia Reformada, seus aspectos pactual e revelacional, e implicações quanto ao batismo

8 Comentários:

Anonymous Anônimo escreveu...

Gilson, que artigo esclarecedor!! Obrigado por mais essa contribuição

Quarta-feira, 22 Fevereiro, 2006  
Anonymous Emerson Eduardo escreveu...

Pr. Gilson, esse artigo é muito importante, pois esclarece que a aceitação do Pacto de Graça não implica na aceitação do batismo de infantes. Parabéns pela exposição!
Espero que futuramente o irmão inclua mais posts esclarecedores sobre a possibilidade de crermos na teologia reformada sem perdermos nossa identidade batista

Quarta-feira, 22 Fevereiro, 2006  
Blogger franciney rodrigues escreveu...

Irmão Gilson parabens,para mim foi muito esclarecedor, principalmente o esclarecimento de Hodge " quando um crente adota o pacto da graça ele traz seus filhos para dentro desta aliança", muito esclarecedor mesmo. Que Deus continue a te abençoar.

Fraternalmente em Cristo,

Franciney.

Quinta-feira, 23 Fevereiro, 2006  
Anonymous Anônimo escreveu...

Prof. Gilson: Isto significa que esses dois teólogos citados condicionam a entrada dos filhos ao Pacto da Graça à eleição e chamada eficaz da qual os pais foram alvos? Que Hodge entende que a permanência de tais pessoas no Pacto da Graça está condicionada à evidência de sua futura perseverança? Que há dois tipos de pessoas dentro do Pacto da Graça? Significa que Hodge crê, então, que a inclusão no Pacto da Graça pode ser "renunciada" pelo pecador, pelo menos no caso dos filhos dos crentes?

Sexta-feira, 24 Fevereiro, 2006  
Anonymous Emerson Eduardo escreveu...

Pr. Gilson, veja:
‘Ao tratar do Pacto da Graça (7.3), a Confissão Batista de 1689 declara: “Este pacto está revelado no evangelho: primeiramente, na promessa feita a Adão, de salvação pelo descendente da mulher; depois, por etapas sucessivas, até que sua plena revelação foi manifestada no Novo Testamento”.’ Parece que com esse trecho concordam as Escrituras que dizem: “Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; A GRAÇA E A VERDADE VIERAM POR MEIO DE JESUS CRISTO” . (João 1:17)
Além do mais, o trecho que diz: ‘Um aspecto a ser salientado é que, quando os batistas entendem que o Pacto da Graça é completa e plenamente revelado apenas no “Novo Pacto”, então é-lhes impossível pensar que infantes estão incluídos nele’ , concorda com Marcos 16: 15 e 16 onde se diz: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. QUEM CRER E FOR BATIZADO será salvo; quem, porém, não crer será condenado. ” E, também com Atos 8: 36 a 38: “Seguindo eles caminho fora, chegando a certo lugar onde havia água, disse o eunuco: Eis aqui água; QUE IMPEDE QUE SEJA EU BATIZADO? Filipe respondeu: É LÍCITO, SE CRÊS de todo o coração. E, respondendo ELE, DISSE: CREIO que Jesus Cristo é o Filho de Deus. ENTÃO, mandou parar o carro, ambos desceram à água, e FILIPE BATIZOU O EUNUCO.” Quanto a Atos 16: 19 – 34 é importante que não ignoremos a vírgula no versículo 31 para que entendamos que dos que se batizaram junto com o carcereiro em sua casa (v. 33) também lhes foi requerido que cressem em Jesus e que o “e todos os seus” deve se restringir a todos quantos, em sua casa, puderam crer. Poderiam os bebês voluntariamente prestarem tal profissão de fé antes de serem batizados?
Mas, independente disso, no link http://www.monergismo.com/textos/teologia_pacto/teologiapacto.htm , em seu texto 'O que é Teologia do Pacto?' o Ministro Presbiteriano Ligon Duncan faz as seguintes afirmações:
‘A teologia do pacto não é uma escusa para o batismo de crianças, nem é meramente uma convenção para justificar uma abordagem particular dos sacramentos (a moderna pedo-comunhão e regeneração batismal). A teologia do pacto não é sectária, mas uma abordagem ecumênica reformada para entender a Bíblia, desenvolvida nas trilhas da magistral Reforma, mas com origens que retrocedem antes dos dias mais primitivos do cristianismo católico e historicamente apreciada em todos os vários ramos da comunidade reformada (Batista, Congregacionalista, Presbiteriana, Anglicana e Reformada). A teologia do pacto não pode ser reduzida para servir meramente como a justificativa para alguma visão particular das crianças no pacto, ou para um certo tipo de escatologia, ou para uma filosofia específica de educação (seja ela uma escola no lar, cristã ou clássica). A teologia do pacto é muito maior do que isto. Ela é muito mais importante do que isto.
“A doutrina do pacto repousa na origem de toda teologia verdadeira. Tem sido dito que aquele que entende bem a distinção entre o pacto das obras e o pacto da graça, é um mestre de teologia. Estou persuadido de que a maioria dos enganos que os homens cometem concernente às doutrinas das Escrituras, é baseada sobre erros fundamentais com respeito ao pacto da lei e da graça. Possa Deus nos conceder agora o poder para instruir, e a vocês a graça de receber a instrução sobre este assunto vital”. Quem disse isto? C.H. Spurgeon – o grande pregador batista inglês! Certamente um homem acima de nossa suspeita de secretamente fornecer uma visão presbiteriana dos sacramentos para as massas evangélicas inocentes.’
Portanto, é maravilhoso saber que apesar de divergirmos em pontos secundários, nós batistas podemos nos regozijar com nossos irmãos presbiterianos, entre outros, de pertencermos á rica tradição reformada.
Na paz de Crsito,
Emerson Eduardo.

Sexta-feira, 24 Fevereiro, 2006  
Anonymous Flávio Teodoro escreveu...

Esse artigo “mata a charada” por assim dizer, quanto à questão do batismo. Muito bom, esclarecedor e preciso. Como disse Agostinho no seu estilo fantástico: “Na procriação, o agente não é o espírito regenerado, mas a natureza que ainda está sob o domínio da concupiscentia. 'Pais regenerados não produzem como filhos de Deus, mas como filhos do mundo'”.1

1 Fonte: http://www.monergismo.com/textos/livre_arbitrio/consequencias_queda_agostinho_sproul.htm

Quinta-feira, 06 Dezembro, 2007  
Anonymous Jackson escreveu...

Prof. Gilson, voltei ao seu blog com a intenção de reler esse artigo. Estou começando uma monografia, e desejo fazer duas perguntas: 1. Para os reformados pedobatistas, o filho do crente faz parte do Reino de Deus ou não? 2. Visto que para os reformados pedobatistas o filho do crente está incluído no Pacto de Graça, pergunto: O filho ingressa no Pacto por uma ação monergística ou por uma ação sinérgica? Você tem alguma coisa escrita sobre isso? Pode me recomendar algum texto?

Sexta-feira, 07 Dezembro, 2007  
Anonymous Anônimo escreveu...

caro Gilson:

Fiquei com uma dúvida: um batista não poderia então ser reformado? Não é possível haver divergências e tolerância entre calvinistas como defende http://www.propostascalvinistas.blogspot.com ?

Terça-feira, 29 Janeiro, 2008  

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