Excelente análise. Seu post levanta a questão da contextualização, que não pode ser evitada pela igreja evangélica à cada geração. Pessoalmente, acho que cada cultura mantém traços da Queda, que se revelam em práticas e costumes e ritos e jeitos de ser. O Evangelho pode se aproveitar da cultura desde que a expurgue destes traços remanescentes da vida de Adão. Esse é o desafio. Obrigado pela reflexão.
Como diz um amigo, "o evangelho nos da noção do belo".
É o evangelho expresso na revelação cristã (Bíblia) que deve ditar a cultura e não vice-versa como tem acontecido no evangelicalismo brasileiro (aquilo que podemos chamar de "mundo entrando dentro e influênciando a igreja").
2 Comentários:
Gilson,
Excelente análise. Seu post levanta a questão da contextualização, que não pode ser evitada pela igreja evangélica à cada geração. Pessoalmente, acho que cada cultura mantém traços da Queda, que se revelam em práticas e costumes e ritos e jeitos de ser. O Evangelho pode se aproveitar da cultura desde que a expurgue destes traços remanescentes da vida de Adão. Esse é o desafio. Obrigado pela reflexão.
Como diz um amigo, "o evangelho nos da noção do belo".
É o evangelho expresso na revelação cristã (Bíblia) que deve ditar a cultura e não vice-versa como tem acontecido no evangelicalismo brasileiro (aquilo que podemos chamar de "mundo entrando dentro e influênciando a igreja").
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